Sobre amor e limites num relacionamento.

Em muitos relacionamentos, há uma confusão entre amor e a ausência de limites. Muitas pessoas acreditam que, para amar alguém de verdade, é preciso abrir mão de qualquer reserva, de qualquer limite. Esse pensamento, enraizado em uma ideia romântica de que o parceiro é nossa “cara metade”, leva à ideia equivocada de que um casal deve funcionar como uma única unidade, uma fusão total de identidades. No entanto, essa ideia ignora uma realidade essencial: em qualquer relacionamento saudável, existem duas pessoas distintas, e sem limites claros, não há como preservar a individualidade e, consequentemente, a própria relação.

Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem

Descubra como experiências passadas influenciam a forma como você se vê e como ajustar essa visão pode transformar sua vida. Recentemente, durante uma sessão, uma cliente me contou como sua autoimagem era extremamente negativa. Seus traumas de desenvolvimento e a forma como sua família falava dela tinham moldado essa percepção. Isso me fez lembrar deContinuarContinuar lendo “Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem”

5 Livros essenciais que indico a meus clientes

O caminho para uma vida mais equilibrada passa pela forma como compreendemos a nós mesmos e aos outros. A leitura é uma aliada poderosa nessa jornada, ajudando a ampliar nossa percepção de temas como amor, traumas, nosso corpo, a vida em si e a morte. Para quem busca mergulhar em autoconhecimento, ou simplesmente ter umaContinuarContinuar lendo “5 Livros essenciais que indico a meus clientes”

Seu amor próprio é mesmo seu?

Talvez o que você chame de amor próprio não seja exatamente “seu”. O que isso quer dizer? O que chamamos de amor-próprio ou autoestima não é algo que você cria sozinho. Não é algo que se nasce com ou sem, ou que é tarefa unicamente sua desenvolver. Algo que se você não tem, é culpaContinuarContinuar lendo “Seu amor próprio é mesmo seu?”

Gatilhos Emocionais e nosso passado

Gatilhos emocionais são eventos em que algo que nos acontece tem um impacto suficiente para gerar uma intensa resposta emocional – seja uma reação de raiva mais intensa, pânico, que pode nos “travar” ou uma tristeza profunda. O mais importante sobre os gatilhos é que em geral não são eles a maior fonte do problema (embora sejam estressantes) mas sim a forma como reagimos a eles. E esta reação está ancorada em momentos do passado, onde de alguma forma passamos por uma situação parecida, mas ainda não tínhamos os recursos psicológicos para lidar com a situação, por exemplo, quando éramos crianças. Isso nos faz reagir de uma forma que parece instintiva mas que na verdade foi aprendida em uma época onde os nossos recursos e ferramentas não conseguiam lidar com a situação.

A saúde do homen

Numa busca rápida encontramos dezenas ou mesmo centenas de bons artigos explicando como ser mais saudável, como comer ou dormir melhor, fazer mais exercícios para, sendo mais saudável, viver mais e – principalmente – melhor. Mesmo com tanta informação, tantos métodos e maneiras diferentes de se conseguir este objetivo, nós vemos pessoas que ainda lutam em iniciar um programa de atividades físicas, ou uma dieta mais balanceada. Porquê?

Nossa consciência emocional e o impacto nas crianças

Quando crianças somos espelhos dos adultos. E neles, também nos espelhamos. Crescemos imitando os adultos em nossa volta de forma a refletir seus comportamentos e também nos baseamos neles para continuarmos crescendo e aprendendo via seus exemplos. Mas o que acontece quando nós – os adultos – não sabemos lidar com o conteúdo emocional queContinuarContinuar lendo “Nossa consciência emocional e o impacto nas crianças”

Você já se sentiu mal por estar bem?

Parece uma pergunta estranha, mas não é. Infelizmente.
Numa sociedade em que a procura pelo bem estar e a felicidade parece estar em cada canto, se sentir mal por estar se sentindo bem pode parecer não só uma contradição, mas um absurdo. Entretanto, algumas pessoas passam por isto, em seus grupos de amigos e famílias. Como?