Feliz, mas só pelos outros…

O texto discute como a dificuldade em celebrar conquistas pessoais pode estar ligada à falta de validação na infância, resultando em adultos que priorizam a felicidade do outro. Essa dinâmica é influenciada pela biologia e pela interação com cuidadores. A terapia somática pode ajudar a restaurar a conexão e a valorização das próprias vitórias.

Juntos e Separados

A Esther Perel fez uma observação bem real sobre nossa conexão hoje: estamos sempre online, mas emocionalmente distantes. A tecnologia cria essa ilusão de estarmos juntos, mas ela afeta nossas relações, causando ansiedade e distanciamento. A solução? Retomar conexão real, prestando atenção no corpo e nos outros, longe das telas!

As Consequências da IA em nosso Sistema Nervoso

A crise de realidade está bagunçando nossa percepção. Com a IA criando conteúdos cada vez mais reais, nossa mente ficou confusa, fazendo a gente duvidar do que é autêntico. Isso gera estresse e cansaço mental, resultando em dificuldades para tomar decisões e até afetando nossas relações sociais. Precisamos de um equilíbrio para lidar com tudo isso.

As armadilhas das boas intenções

Esse final de semana li um texto da Dynamo (vou deixar linkado embaixo com outras referências) que me deixou pensativo sobre o conceito de Consequências não Intencionais, que são resultados não planejados de ações com “boas intenções”. Aquilo que no final costumamos dizer “o tiro saiu pela culatra” ou “O feitiço se voltou contra o feiticeiro”.ContinuarContinuar lendo “As armadilhas das boas intenções”

Entre ação e emoção

Sabe aquele momento em que a raiva ou o medo dominam e você age de forma impulsiva, para logo depois vir o arrependimento por algo que disse ou fez? Esse é um fenômeno comum, mas que pode ser transformado com prática e consciência. Uma das habilidades mais transformadoras que trabalho com clientes é a capacidadeContinuarContinuar lendo “Entre ação e emoção”

A vergonha de se fazer terapia

Mesmo com a popularização da saúde mental, ainda existem obstáculos silenciosos que afastam muitas pessoas da terapia. Um deles é o sentimento de vergonha que algumas pessoas sentem, por se sentirem mal ao fantasiar que deveriam dar conta de tudo sozinho, de todos seus problemas. Essa vergonha nasce de uma crença muito difundida: a deContinuarContinuar lendo “A vergonha de se fazer terapia”

Condenados a viver até morrer

Faz algumas semanas que o tema morte vem me visitar e ronda meus pensamentos. Mas antes de achar soturno ou mesmo se preocupar com tendências sombrias, deixe te tranquilizar: estou vivinho; e gosto muito de viver. Esse tema presente não é literal mas simbólico, uma sensação que habita nosso interior psíquico, a tal pulsão inconscienteContinuarContinuar lendo “Condenados a viver até morrer”

Terapia não precisa ser um confessionário

Desmistificando a Experiência Terapêutica Há uma visão bastante comum de que terapia é como um confessionário. Muitos acreditam que vão à terapia para revelar segredos que não contariam a ninguém, confessar o inconfessável, expor suas vergonhas e, eventualmente, falar mal dos próprios pais. Essa percepção tem seu lado positivo: a terapia pode ser um espaçoContinuarContinuar lendo “Terapia não precisa ser um confessionário”

Cansaço e o processo terapêutico

O processo de cura emocional e física por meio da terapia é muitas vezes surpreendente e até desorientador para muitas pessoas. À medida que alguém começa uma jornada terapêutica, seja para lidar com traumas antigos, estresse crônico ou questões emocionais profundas, um fenômeno comum e inesperado pode surgir: uma exaustão intensa e o desejo porContinuarContinuar lendo “Cansaço e o processo terapêutico”

Sobre amor e limites num relacionamento.

Em muitos relacionamentos, há uma confusão entre amor e a ausência de limites. Muitas pessoas acreditam que, para amar alguém de verdade, é preciso abrir mão de qualquer reserva, de qualquer limite. Esse pensamento, enraizado em uma ideia romântica de que o parceiro é nossa “cara metade”, leva à ideia equivocada de que um casal deve funcionar como uma única unidade, uma fusão total de identidades. No entanto, essa ideia ignora uma realidade essencial: em qualquer relacionamento saudável, existem duas pessoas distintas, e sem limites claros, não há como preservar a individualidade e, consequentemente, a própria relação.