Feliz, mas só pelos outros…

O texto discute como a dificuldade em celebrar conquistas pessoais pode estar ligada à falta de validação na infância, resultando em adultos que priorizam a felicidade do outro. Essa dinâmica é influenciada pela biologia e pela interação com cuidadores. A terapia somática pode ajudar a restaurar a conexão e a valorização das próprias vitórias.

Crescer num relacionamento

comum que as pessoas entrem num relacionamento afetivo em busca de algo que as complete. Dentro dessa perspectiva infantil, buscam alguém que possa nutrir suas faltas e suas necessidades. Buscam, em última instância, um pai, ou uma mãe.

Assim, ao invés de estar num relacionamento para crescer de forma adulta e saudável, buscam um relacionamento para manter o seu status atual. Preferem continuar pequenos, esperando que alguém providencie o que lhe falta ou lhe faltou antes. Isso pode ser um afeto, um cuidado, um olhar. É um movimento de olhar o outro como um provedor. Ele que vai me dar um casamento, ela que vai me dar amor, e por aí vai.