Coringa: Delírio a dois: reflexões sobre saúde mental e relacionamentos.

Uma resenha do filme sobre saúde mental, relacionamentos tóxicos e traumas. O filme “Coringa: Delírio a Dois” explora um tema delicado e fascinante: a Folie à deux, uma síndrome psicótica na qual delírios são compartilhados por duas ou mais pessoas. O termo, cunhado no século XIX pelos psiquiatras Charles Lasègue e Jules Falret, descreve umaContinuarContinuar lendo “Coringa: Delírio a dois: reflexões sobre saúde mental e relacionamentos.”

Paralisia e o excesso de informação

A busca incessante por mais informação tem se tornado uma armadilha moderna. Acreditamos que, ao aprender mais, ao adquirir mais dados, estaremos mais preparados para enfrentar os desafios da vida. No entanto, esse comportamento pode se transformar em um ciclo de ansiedade e paralisação, onde a mente é sobrecarregada e o corpo fica esquecido. IssoContinuarContinuar lendo “Paralisia e o excesso de informação”

Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem

Descubra como experiências passadas influenciam a forma como você se vê e como ajustar essa visão pode transformar sua vida. Recentemente, durante uma sessão, uma cliente me contou como sua autoimagem era extremamente negativa. Seus traumas de desenvolvimento e a forma como sua família falava dela tinham moldado essa percepção. Isso me fez lembrar deContinuarContinuar lendo “Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem”

5 Livros essenciais que indico a meus clientes

O caminho para uma vida mais equilibrada passa pela forma como compreendemos a nós mesmos e aos outros. A leitura é uma aliada poderosa nessa jornada, ajudando a ampliar nossa percepção de temas como amor, traumas, nosso corpo, a vida em si e a morte. Para quem busca mergulhar em autoconhecimento, ou simplesmente ter umaContinuarContinuar lendo “5 Livros essenciais que indico a meus clientes”

Seu amor próprio é mesmo seu?

Talvez o que você chame de amor próprio não seja exatamente “seu”. O que isso quer dizer? O que chamamos de amor-próprio ou autoestima não é algo que você cria sozinho. Não é algo que se nasce com ou sem, ou que é tarefa unicamente sua desenvolver. Algo que se você não tem, é culpaContinuarContinuar lendo “Seu amor próprio é mesmo seu?”

“Planejar o futuro não é viver no futuro”.

Há uma diferença entre nós planejarmos o nosso futuro e nós “vivermos” no futuro, antecipando cenários irreais ou catastróficos sem base na realidade. A ansiedade é uma das vilãs nesse comportamento que analiso nesse artigo.

Casais em Quarentena

Rodou o mundo as notícias de que em algumas cidades que passaram por quarentena severa, houve um aumento do número de divórcios dias após o término do período de contenção de movimentação social. Há, inclusive, toda a sorte de piadas e memes referenciando o casamento com o período de confinamento forçado. O prognóstico? Casais não estavam tão acostumados a passar tanto tempo juntos em espaço confinado, e as brigas aumentaram muito. Casais novos tenderiam a brigar por causas pequenas, e não estavam ainda acostumados a lidar com o outro, por exemplo. Há relatos inclusive do aumento de violência doméstica, matéria para um segundo artigo. Quais seriam as causas?

Gatilhos Emocionais e nosso passado

Gatilhos emocionais são eventos em que algo que nos acontece tem um impacto suficiente para gerar uma intensa resposta emocional – seja uma reação de raiva mais intensa, pânico, que pode nos “travar” ou uma tristeza profunda. O mais importante sobre os gatilhos é que em geral não são eles a maior fonte do problema (embora sejam estressantes) mas sim a forma como reagimos a eles. E esta reação está ancorada em momentos do passado, onde de alguma forma passamos por uma situação parecida, mas ainda não tínhamos os recursos psicológicos para lidar com a situação, por exemplo, quando éramos crianças. Isso nos faz reagir de uma forma que parece instintiva mas que na verdade foi aprendida em uma época onde os nossos recursos e ferramentas não conseguiam lidar com a situação.

As cinco liberdades de Virgina Satir

É no poder da congruência que se baseia o crescimento mútuo numa relação, quando apesar das dores e vivências passadas – ou por conta delas, de fato – passamos a unir forças para que seja possível um crescer compartilhado, quando eu dou espaço para que minha vida seja contemplada em sua plenitude, e reconheço esta mesma possibilidade de abertura no meu parceiro. É necessário um grau de liberdade e autonomia para isto, que deve ser aprendido e retomado. Virginia Satir, em seu livro Contato com o tato, afirma que o verdadeiro poder está na congruência e no que ela chama de 5 liberdades, que eu aqui resumo em cinco palavras-conceito: Aceitação, Sentimento, Expressão, Vontade e Movimento. Essas palavras definem campos onde estas 5 liberdades são possíveis, mas que devem ser conquistadas. E não digo conquista no sentido de batalha, de conflito – embora nem sempre seja fácil – mas no sentido de clamarmos por um direito que nos foi suprimido, de nos movermos em direção a algo que já é nosso. E esta supressão pode ser fruto de nossa história, de nossos traumas e da forma como nos desenvolvemos. Mas são liberdades necessárias para se entrar num espaço de crescimento e conexão.