Entre ação e emoção

Sabe aquele momento em que a raiva ou o medo dominam e você age de forma impulsiva, para logo depois vir o arrependimento por algo que disse ou fez? Esse é um fenômeno comum, mas que pode ser transformado com prática e consciência. Uma das habilidades mais transformadoras que trabalho com clientes é a capacidadeContinuarContinuar lendo “Entre ação e emoção”

A vergonha de se fazer terapia

Mesmo com a popularização da saúde mental, ainda existem obstáculos silenciosos que afastam muitas pessoas da terapia. Um deles é o sentimento de vergonha que algumas pessoas sentem, por se sentirem mal ao fantasiar que deveriam dar conta de tudo sozinho, de todos seus problemas. Essa vergonha nasce de uma crença muito difundida: a deContinuarContinuar lendo “A vergonha de se fazer terapia”

Cansaço e o processo terapêutico

O processo de cura emocional e física por meio da terapia é muitas vezes surpreendente e até desorientador para muitas pessoas. À medida que alguém começa uma jornada terapêutica, seja para lidar com traumas antigos, estresse crônico ou questões emocionais profundas, um fenômeno comum e inesperado pode surgir: uma exaustão intensa e o desejo porContinuarContinuar lendo “Cansaço e o processo terapêutico”

Sobre amor e limites num relacionamento.

Em muitos relacionamentos, há uma confusão entre amor e a ausência de limites. Muitas pessoas acreditam que, para amar alguém de verdade, é preciso abrir mão de qualquer reserva, de qualquer limite. Esse pensamento, enraizado em uma ideia romântica de que o parceiro é nossa “cara metade”, leva à ideia equivocada de que um casal deve funcionar como uma única unidade, uma fusão total de identidades. No entanto, essa ideia ignora uma realidade essencial: em qualquer relacionamento saudável, existem duas pessoas distintas, e sem limites claros, não há como preservar a individualidade e, consequentemente, a própria relação.

Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem

Descubra como experiências passadas influenciam a forma como você se vê e como ajustar essa visão pode transformar sua vida. Recentemente, durante uma sessão, uma cliente me contou como sua autoimagem era extremamente negativa. Seus traumas de desenvolvimento e a forma como sua família falava dela tinham moldado essa percepção. Isso me fez lembrar deContinuarContinuar lendo “Você não é quem pensa que é: como traumas distorcem sua autoimagem”

5 Livros essenciais que indico a meus clientes

O caminho para uma vida mais equilibrada passa pela forma como compreendemos a nós mesmos e aos outros. A leitura é uma aliada poderosa nessa jornada, ajudando a ampliar nossa percepção de temas como amor, traumas, nosso corpo, a vida em si e a morte. Para quem busca mergulhar em autoconhecimento, ou simplesmente ter umaContinuarContinuar lendo “5 Livros essenciais que indico a meus clientes”

Seu amor próprio é mesmo seu?

Talvez o que você chame de amor próprio não seja exatamente “seu”. O que isso quer dizer? O que chamamos de amor-próprio ou autoestima não é algo que você cria sozinho. Não é algo que se nasce com ou sem, ou que é tarefa unicamente sua desenvolver. Algo que se você não tem, é culpaContinuarContinuar lendo “Seu amor próprio é mesmo seu?”

Gatilhos Emocionais e nosso passado

Gatilhos emocionais são eventos em que algo que nos acontece tem um impacto suficiente para gerar uma intensa resposta emocional – seja uma reação de raiva mais intensa, pânico, que pode nos “travar” ou uma tristeza profunda. O mais importante sobre os gatilhos é que em geral não são eles a maior fonte do problema (embora sejam estressantes) mas sim a forma como reagimos a eles. E esta reação está ancorada em momentos do passado, onde de alguma forma passamos por uma situação parecida, mas ainda não tínhamos os recursos psicológicos para lidar com a situação, por exemplo, quando éramos crianças. Isso nos faz reagir de uma forma que parece instintiva mas que na verdade foi aprendida em uma época onde os nossos recursos e ferramentas não conseguiam lidar com a situação.

A saúde do homen

Numa busca rápida encontramos dezenas ou mesmo centenas de bons artigos explicando como ser mais saudável, como comer ou dormir melhor, fazer mais exercícios para, sendo mais saudável, viver mais e – principalmente – melhor. Mesmo com tanta informação, tantos métodos e maneiras diferentes de se conseguir este objetivo, nós vemos pessoas que ainda lutam em iniciar um programa de atividades físicas, ou uma dieta mais balanceada. Porquê?